Nem sempre, a sequência de acontecimentos é a que se prevê! Até os predadores são surpreendidos com atitudes intempestivas de supostas presas!! E as imagens valem mais que mil palavras...
Não é que o macaquinho é atrevido?!...
Mas o polvo não é menos...
E o coelhinho?? Parece inofensivo...
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Quando as estradas atrapalham...
Nem sempre os humanos têm razão! À primeira vista, o intruso é o Alce; que faz ele numa estrada que existe para nos servir? Será que não sabe o "código da estrada" e se passeia por onde não deve?
Na realidade, fomos nós, com a nossa dita "civilização", que começamos a invadir o território destes animais, deixando-os sem alternativa senão atravessar estas estruturas na procura de alimento, de parceiros sexuais ou de abrigo. Mas, sem dúvida, torna-se caricato desde que não fatal para o Alce.
E os cangurus?
Marsupial típico da Austrália, tem visto o seu número de indivíduos a ser dizimado, fruto de atropelamentos; é um fenómeno de tal forma frequente, que as autoridades locais possuem funcionários apenas para retirar os cadáveres destes simpáticos animais da estrada. A noção de território que possuem é de tal forma vinculativa, que mesmo depois de construídas as estradas, os cangurus não as deixam de atravessar, só porque naquele espaço circulam automóveis.
Temos de (re)pensar muito bem, os limites geográficos da nossa civilização!
Na realidade, fomos nós, com a nossa dita "civilização", que começamos a invadir o território destes animais, deixando-os sem alternativa senão atravessar estas estruturas na procura de alimento, de parceiros sexuais ou de abrigo. Mas, sem dúvida, torna-se caricato desde que não fatal para o Alce.
E os cangurus?
Marsupial típico da Austrália, tem visto o seu número de indivíduos a ser dizimado, fruto de atropelamentos; é um fenómeno de tal forma frequente, que as autoridades locais possuem funcionários apenas para retirar os cadáveres destes simpáticos animais da estrada. A noção de território que possuem é de tal forma vinculativa, que mesmo depois de construídas as estradas, os cangurus não as deixam de atravessar, só porque naquele espaço circulam automóveis.
Temos de (re)pensar muito bem, os limites geográficos da nossa civilização!
Sem penas também se vive...o exemplo de "Pierre"!
"Pierre" têm vinte e cinco anos! É novo para ser humano, mas para um pinguim é já uma provecta idade e implica algumas adaptações ao meio, quase impossíveis de concretizar.
Este simpático exemplar começou a perder as penas, o que o impedia de nadar junto dos outros pinguins, devido à temperatura fria da água. Uma equipa de biólogos da Academia de Ciências da Califórnia lembrou-se de mandar fazer um fato de mergulho à sua medida e ver se este se adaptava.

Os pinguins, ao contrário de outros mamíferos marinhos, dependem das penas para se manterem quentes. Pierre foi perdendo a sua protecção e já tinha a pele exposta numa parte do corpo. Ao contrário dos seus 19 companheiros, deixou de mergulhar e ficava na borda do tanque a tremer de frio.
Inicialmente, os biólogos tentaram usar uma lâmpada para manter Pierre aquecido, mas não resultou. O fato de mergulho, após alguns dias de adaptação, foi a solução perfeita. O fato aperta-se atrás com velcro e tem duas aberturas para as barbatanas.
A equipa ainda temeu que os seus companheiros o ignorassem devido ao aspecto da nova roupa. Mas não houve problemas. Passaram algumas semanas, Pierre ganhou peso e até as penas recomeçaram a crescer.
É bem possível que volte a nadar "nu", ou "penado", mais propriamente...
Este simpático exemplar começou a perder as penas, o que o impedia de nadar junto dos outros pinguins, devido à temperatura fria da água. Uma equipa de biólogos da Academia de Ciências da Califórnia lembrou-se de mandar fazer um fato de mergulho à sua medida e ver se este se adaptava.

Os pinguins, ao contrário de outros mamíferos marinhos, dependem das penas para se manterem quentes. Pierre foi perdendo a sua protecção e já tinha a pele exposta numa parte do corpo. Ao contrário dos seus 19 companheiros, deixou de mergulhar e ficava na borda do tanque a tremer de frio.
Inicialmente, os biólogos tentaram usar uma lâmpada para manter Pierre aquecido, mas não resultou. O fato de mergulho, após alguns dias de adaptação, foi a solução perfeita. O fato aperta-se atrás com velcro e tem duas aberturas para as barbatanas.
A equipa ainda temeu que os seus companheiros o ignorassem devido ao aspecto da nova roupa. Mas não houve problemas. Passaram algumas semanas, Pierre ganhou peso e até as penas recomeçaram a crescer.
É bem possível que volte a nadar "nu", ou "penado", mais propriamente...
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